Mais que História sertaneja, Conselheiro é Canudos é povo pobre.
Na simplicidade se almeja, liberdade e mil outras coisas nobres.
Temos de combater a desigualdade, com tentativa de libertação.
De construir outra sociedade, sem opressor e sem dominação.
Aparecem no sertão do norte, influenciando as massas populares.
Tempos de pobreza e morte, misérias em todos os lugares.
Rezava terços e ladainhas e a pregar, dava conselhos as multidões.
Estavam a respostas buscar, para suas imensas aplicações.
Movendo religiosos sentimentos, foi ao povo arrebanhando.
Desigualdades como argumentos, as massas sertanejas aumentando.
Falava da nação dividida, duas civilizações separadas.
Antagônicas e em luta renhida, uma rica e a outra sem ter nada.
Ingrata a economia nordestina, e o povo sofrendo na pobreza.
A consciência do povo se atina, e a esperança se vai pra natureza.
A igreja vivia em hostilidade, contra a maçonaria e o positivismo.
Tinha outro adversário de verdade, que era o protestantismo.
Tem a crise grande do algodão, e a seca grande a atormentar.
Se arruína a produção, e vem a fome ao povo matar.
Ideologias conflitantes, não resolviam a situação.
Conselheiro e seus militantes, fizeram em Canudos a comunhão.
Os poderosos da Bahia, fizeram a policia atacar.
Canudos com galhardia, os conseguiu derrotar.
Veio Febrônio já major, com soldados e canhões.
Foi uma derrota maior, e levou Canudos às imensidões.
Chega a terceira expedição por Moreira César comandada.
Foi mais uma decepção, vergonhosamente derrotada.
Para a quarta expedição, mais de 5 mil homens armados.
Tempo e recursos na preparação, projetos dos mais trabalhados.
Barbaria igual nunca se viu, salvaram a honra nacional.
Salvaram Bahia e Brasil, garantiram a hegemonia do capital.
Ficou história e lição, a heróica Canudos foi arrasada.
Outros conselheiros ainda virão, ficou a idéia da Aldeia Sagrada.
Na simplicidade se almeja, liberdade e mil outras coisas nobres.
Temos de combater a desigualdade, com tentativa de libertação.
De construir outra sociedade, sem opressor e sem dominação.
Aparecem no sertão do norte, influenciando as massas populares.
Tempos de pobreza e morte, misérias em todos os lugares.
Rezava terços e ladainhas e a pregar, dava conselhos as multidões.
Estavam a respostas buscar, para suas imensas aplicações.
Movendo religiosos sentimentos, foi ao povo arrebanhando.
Desigualdades como argumentos, as massas sertanejas aumentando.
Falava da nação dividida, duas civilizações separadas.
Antagônicas e em luta renhida, uma rica e a outra sem ter nada.
Ingrata a economia nordestina, e o povo sofrendo na pobreza.
A consciência do povo se atina, e a esperança se vai pra natureza.
A igreja vivia em hostilidade, contra a maçonaria e o positivismo.
Tinha outro adversário de verdade, que era o protestantismo.
Tem a crise grande do algodão, e a seca grande a atormentar.
Se arruína a produção, e vem a fome ao povo matar.
Ideologias conflitantes, não resolviam a situação.
Conselheiro e seus militantes, fizeram em Canudos a comunhão.
Os poderosos da Bahia, fizeram a policia atacar.
Canudos com galhardia, os conseguiu derrotar.
Veio Febrônio já major, com soldados e canhões.
Foi uma derrota maior, e levou Canudos às imensidões.
Chega a terceira expedição por Moreira César comandada.
Foi mais uma decepção, vergonhosamente derrotada.
Para a quarta expedição, mais de 5 mil homens armados.
Tempo e recursos na preparação, projetos dos mais trabalhados.
Barbaria igual nunca se viu, salvaram a honra nacional.
Salvaram Bahia e Brasil, garantiram a hegemonia do capital.
Ficou história e lição, a heróica Canudos foi arrasada.
Outros conselheiros ainda virão, ficou a idéia da Aldeia Sagrada.
Azuir Filho
Por “Dia I”.
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